Trinta e sete e ele já não pensava em mais nada. A dor e o prazer, a vida e a morte e a distância e a diferença entre as coisas tornaram-se tão claras e insignificantes. Ele sentiu uma paz absoluta, como nenhuma meditação o faria sentir. Por volta do número quarenta e nove, o súbito desejo de se ver penetrado rendeu-lhe uma ereção vigorosa, prontamente notada por sua parceira. Ela largou o chicote e meteu o dedo em seu cu. Não resistiu: estrebuchou e gemeu. “Escuta aqui, sua putinha”, falou ela em seu ouvido, “é isso o que você gosta?”.
Mas ele queria mais, havia provado o nirvana e não se contentaria com pouco. “Deixa eu… ah… deixa eu cheirar seu cu…”, pediu entre gemidos. Ficaram como num meianove e ela abocanhou seu pau, e tudo o que ele precisava era respirar o cheiro de suor e merda da bunda dela para se sentir feliz e completo novamente.